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DAESP FAZ ALERTA PARA GARANTIR A SEGURANÇA NOS AEROPORTOS ESTADUAIS

Medidas preventivas são essenciais para garantir a segurança, mas dependem da colaboração dos usuários para não se transformarem em transtornos.

Com a aproximação do verão e do período de férias, observa-se o crescimento do número passageiros das viagens aéreas. Por isso, o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP), órgão que administra 21 aeroportos regionais paulistas, faz um importante alerta: todos os procedimentos de segurança adotados no embarque são medidas preventivas e fundamentais para garantir a segurança e preservar a vida das pessoas e a integridade física das cargas e bagagens transportadas, porém seu bom funcionamento depende da colaboração e do engajamento de todos os usuários.

Nos aeroportos com voos comerciais, localizados em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Bauru/Arealva, Araçatuba, Presidente Prudente e Marília, o DAESP aplica fielmente o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil – RBAC 107, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), inspecionando com rigor todos que acessam as áreas de embarque, bem como suas respectivas bagagens.

O sistema de inspeção de segurança, composto por dois aparelhos, consiste em minuciosa revista para acesso às salas de embarque e aeronaves. O equipamento, denominado Pórtico Detector de Metais, semelhante a um batente de porta, é dotado de sensores que acusam a presença de quaisquer itens pessoais que contenham massa metálica. O objetivo é detectar armas de todos os tipos, objetos e demais artefatos que possam colocar em risco a segurança do voo e dos passageiros.

Uma cena comum durante o procedimento é um alerta sonoro emitido quando são detectados, por exemplo, celulares, canetas, roupas, pulseiras, brincos, anéis, cintos, chaveiros, relógios ou sapatos que contenham metal. Por isso mesmo, é recomendado que, além chegar com antecedência ao aeroporto, o passageiro verifique se está portando esses objetos e acomode-os previamente na bagagem de mão ou deposite-os no recipiente oferecido pelos agentes de proteção, para sejam devidamente inspecionados por outro equipamento que compõe o sistema de segurança: a “Máquina de Raio-X”.

Esse equipamento tem a capacidade de identificar qualquer tipo de material orgânico e inorgânico por meio de cores, formas e características, como líquidos inflamáveis, sprays e objetos pontiagudos, dentre outros utensílios que não podem ser transportados na bagagem de mão.

Passageiros que pretendem embarcar com computadores pessoais (notebooks) devem retirar esses equipamentos das mochilas e submetê-los à inspeção separadamente. Esse procedimento é necessário porque esses equipamentos podem dificultar a identificação do conteúdo interno da bagagem de mão na inspeção por Máquina de Raio X.

A norma de segurança usada nos aeroportos do DAESP é a mesma que se aplica em todo território nacional. Ela tem correspondência com os organismos internacionais ligados à Aviação Civil, especificamente a Organização Internacional de Aviação Civil (OACI). Por isso, quem passa pela inspeção em um aeroporto regional paulista e não deixa a área de embarque do aeroporto de destino, não precisa mais se submeter à inspeção no caso de conexão com outro voo doméstico.

Havendo dúvidas, a companhia área poderá esclarecê-las no momento do check-in. Além dos passageiros, os tripulantes e funcionários do aeroporto também se submetem ao mesmo tipo de medida para ter acesso às áreas restritas dos aeroportos. Os agentes de proteção que realizam as medidas são devidamente treinados e especializados no desempenho de suas atividades.

Todas as inspeções nos aeroportos do DAESP são conduzidas por agentes e empresas previamente homologados e constantemente fiscalizados pela ANAC, assim como ocorre também com os equipamentos utilizados. Isso garante um alto grau de segurança a estes aeroportos.

Todo esse cuidado somado à colaboração do usuário têm rendido excelentes resultados: desde o início da inspeção obrigatória dos passageiros, tripulantes e funcionários que ingressam nas áreas de embarque, em 2001, os aeroportos administrados pelo DAESP não registraram nenhuma situação que representasse risco grave de segurança aos seus usuários.

DICAS PARA O USUÁRIO COLABORAR COM A INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

Chegue com antecedência ao aeroporto de pelo menos uma hora para fazer o check in e inspeção com tranquilidade, evitando filas desnecessárias e situações desconfortáveis.

Informe-se com a empresa aérea sobre possíveis inconvenientes na hora de embarcar. Um salto de sapato que contenha metal em seu interior, por exemplo, pode se tornar um transtorno no momento da inspeção.

Antes de se dirigir à sala de embarque, retire brincos, pulseiras, relógios, carteiras, celulares e outros objetos metálicos, acomodando-os na bagagem de mão.

No momento da inspeção, verifique bolsos e objetos junto ao corpo. Se ainda houver  pertences que possam ser acusados no momento da inspeção, coloque-os antes no recipiente oferecido pelos agentes de segurança.

Havendo dúvida se um determinado objeto pode ser acusado pelo detector de metais, opte por retirá-lo e submetê-lo à inspeção por Raio X. Isso fará você ganhar e não perder tempo;

Não carregue em sua bagagem de mão armas, objetos cortantes, pontiagudos, geradores de faíscas, sprays, ou líquidos inflamáveis. Você não poderá embarcar com eles;

Notebooks devem ser retirados de bolsas e mochilas e passar separadamente pela Máquina de Raio X;

Antecipe suas atitudes e colabore com a segurança. Demoras na inspeção também trazem transtornos e atrasos para todos que aguardam na fila.

Jamais permita que pessoas estranhas tenham contato com as suas bagagens.

Não se afaste das bagagens em nenhum momento dentro dos aeroportos.

Nunca aceite pedidos de estranhos para levar encomendas na viagem. Você é o único responsável por suas bagagens e pertences pessoais.

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